Como alimentar 9.7 bilhões de pessoas?

SST Software Brasil | Agricultura de precisão

 

Alterar o gene CRISPR para culturas parece ser uma das respostas, (CRISPR do inglês Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats), ou seja, Repetições Palindrômicas Curtas Agrupadas e Regularmente Interespaçadas, consiste em pequenas porções do DNA bacteriano compostas por repetições de nucleotídeos.

 

Não é segredo para ninguém que teremos dificuldades para alimentar a população devido ao alto crescimento populacional esperado para os próximos anos. Uma nova edição de genoma pode ser a solução, de acordo com alguns cientistas.

 

O número previsto de humanos no nosso planeta em 2050 é de 9.7 bilhões e a demanda por safra está estimada em um aumento de 100 para 110 %. Também, entidades relacionadas a mudança de clima e efeitos na atmosfera tem como quase certo um impacto negativo na produtividade no decorrer dos anos.

 

O método tradicional tem atingido um crescimento impressionante nos rendimentos das culturas no passado, mas o processo é trabalhoso e pode demorar décadas para atingir resultados esperados. Em pesquisas recentes usando culturas geneticamente modificadas (GM), resultaram em melhorias significativas ao transplantar genes de um organismo para o outro.  

Agora essa nova “ferramenta” chamada CRISPR/Cas9 está trazendo para a realidade a precisão na edição de DNA nativos de organismos com real potencial para crescimento de produtividade na colheita. Diferente de estudos anteriores usando o GM em culturas que utilizavam um DNA externo em um organismo, esse novo caso consegue atingir o mesmo resultado que a reprodução seletiva, mas muito mais rápido e seletivo, sem ter que depender da variação genética natural.

 

Para tornar a leitura mais fácil, vamos dizer que ele substitui ou exclui um gene ruim por um bom em todo esse processo, deixando apenas os genes de alta produtividade. Algumas pessoas ainda temem essas mudanças, considerando que teremos uma comida “Frankenstein”, mas tem sido provado que esses novos estudos conseguirão uma comida mais barata, melhor e mais fácil para nossas mesas.

 

Fonte: Singularity University. 

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